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Campinas, 25/02/2021, A3 Patrimônios Raquel dos Santos Funari Professora, Campinas O editorial do Correio Popular (24/02/2021) ressalta a importância de parcerias entre os setores público e privado para recuperar patrimônios de Campinas.... more
Campinas, 25/02/2021, A3 Patrimônios Raquel dos Santos Funari Professora, Campinas O editorial do Correio Popular (24/02/2021) ressalta a importância de parcerias entre os setores público e privado para recuperar patrimônios de Campinas. Para a sua gestão, a inclusão de associações, escolas, vizinhos e pessoas que frequentam os bens culturais é fundamental para que a restauração perdure e seja de uso social. Sem essa sequência, o abandono volta a se impor.
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O objetivo deste estudo é refletir sobre as relações do Cristianismo norte africano com a alteridade judaica. Uma reflexão sobre a mudança de posição de uma religião inicialmente discriminada e perseguida (outsider) pelos poderes... more
O objetivo deste estudo é refletir sobre as relações do Cristianismo norte africano com a alteridade judaica. Uma reflexão sobre a mudança de posição de uma religião inicialmente discriminada e perseguida (outsider) pelos poderes imperiais e que inverte sua posição no espectro político-religioso e se torna ‘estabelecida’ e associada com o poder. A partir daí aloca a posição de estigmatizados aos judeus e aos hereges. A perspectiva teórica é a de Scotson e Elias (2000), na sua obra, “Estabelecidos e outsiders”, e de Erving Goffman com seu conceito de estigma e estigmatização. O objeto principal é Agostinho e sua obra literária, que se pretende ser um reflexo da sociedade romana no norte da África no período da ascensão do Cristianismo no modelo trinitário niceno.
Correio Popular, Campnas, 26/07/2019, A3 Parque Bela iniciativa de criar o Parque Ferroviário Cultural de Campinas (CP, 24/07/19, A 4). Não se esqueça de incluir os professores e as escolas no seu funcionamento, pois nossas crianças são o... more
Correio Popular, Campnas, 26/07/2019, A3
Parque
Bela iniciativa de criar o Parque Ferroviário Cultural de Campinas (CP, 24/07/19, A 4). Não se esqueça de incluir os professores e as escolas no seu funcionamento, pois nossas crianças são o futuro e serão beneficiadas pelo conhecimento histórico e cultural. Os professores estão sempre ávidos por espaços de aprendizado e são fundamentais para que o projeto seja bem-sucedido.
Raquel Funari, professora, Campinas
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Entrevista com a professora Raquel dos Santos Funari 7 DE MAIO DE 2019 / DEIXE UM COMENTÁRIO Nessa semana nossa entrevistada é Raquel dos Santos Funari, professora da rede particular em São Paulo e em estágio de pós-doutoramento no PPGHIS... more
Entrevista com a professora Raquel dos Santos Funari 7 DE MAIO DE 2019 / DEIXE UM COMENTÁRIO Nessa semana nossa entrevistada é Raquel dos Santos Funari, professora da rede particular em São Paulo e em estágio de pós-doutoramento no PPGHIS (Programa de Pós-graduação em História) da UFPR. Professora Raquel dos Santos Funari. Foto: Acervo pessoal. Quando você decidiu que queria estudar o mundo antigo? Como foi esse processo? Sempre me imaginava na Idade Média, mas o meu orientador André Chevitarese levou-me ao estudo da Antiguidade no ensino de História e nos usos que se tem feito do antigo. A egiptóloga Margaret Bakos, com a qual Chevitarese estudava a Egiptomania, acabou por levar-me a esmiuçar o Egito antigo no Ensino de História e na formação da cidadania, em geral. Quais são os seus livros favoritos? (antigos ou contemporâneos sobre os antigos) Adoro os livros do Christian Jacq, mas são diversão. Heródoto com seu livro segundo sobre o Egito é um encanto. Cada vez que leio, descubro novas informações. Jean Vercoutter (Em busca do Egito Esquecido), todas as obras da Margaret Bakos.
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CHC 237-Quando crescer, vou ser... egiptólogo! A antiga civilização egípcia deixou uma cultura tão rica e cheia de mistérios que, atualmente, algumas pessoas se especializam em estudar profundamente o assunto: são os egiptólogos! E,... more
CHC 237-Quando crescer, vou ser... egiptólogo! A antiga civilização egípcia deixou uma cultura tão rica e cheia de mistérios que, atualmente, algumas pessoas se especializam em estudar profundamente o assunto: são os egiptólogos! E, acredite você, entre os egiptólogos há especialistas nos mais diversos temas. Alguns são profundos conhecedores da escrita e da língua egípcia, outros se dedicam mais às escavações, há os que estudam a influência dessa civilização na atualidade e muito mais! "Se há diversos tipos de egiptólogos, há diversas maneiras de se tornar egiptólogo", explica Raquel dos Santos Furnari, colaboradora do Departamento de História da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Segundo ela, aqui, no Brasil, ainda não existe uma faculdade específica para formar egiptólogos, como acontece em diversos países, mas há os cursos de mestrado e doutorado voltados para a área de egiptologia. "A saída é fazer história, antropologia ou arqueologia e, em seguida, fazer um mestrado ou doutorado na área de história antiga voltado para a egiptologia", comenta Júlio Gralha, colaborador do Núcleo de Estudos da Antiguidade da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj). Depois de formados, os egiptólogos costumam se dedicar a grandes pesquisas no segmento de seu interesse. Em muitos desses casos, os pesquisadores trabalham em campo, isto é, lá no Egito, seja fazendo escavações ou coletando outras informações para seus trabalhos. O interesse maior de quem pesquisa o Egito é compreender melhor esta cultura que tem origem há mais de oito mil anos, mas que mostrava-se surpreendentemente moderna, fosse nas suas construções, na conservação de corpos, no respeito às mulheres etc.etc.etc. Cada múmia, tumba ou inscrição descoberta pelos egiptólogos pode significar mais uma peça na montagem desse quebra-cabeças da cultura egípcia, que parece não ter fim! Essas descobertas também coroam o trabalho desses profissionais que, em geral, trabalham sob um sol escaldante, uma vez que o clima lá é seco e de temperaturas altíssimas. Mas, verdade seja dita, há egiptólogos que trabalham sem sair de seus países, fazendo pesquisa à distância ou dando aulas sobre a civilização egípcia, o que também é bastante
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FUNARI, R. S.. Visões modernas do Egito Antigo. In: XXVI Simpósio Nacional de História, 2011, São Paulo. Anais do XXVI Simpósio Nacional de História. São Paulo: USP, 2011
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Relatório de atividades como professora colaboradora na Unicamp, 2015/7, aprovado.
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In this paper we consider archaeology as a product of social interaction, and discuss how ancient Egyptian materiality has been an important part of identity building in Brazil. We begin by reviewing our theoretical setting, and suggest... more
In this paper we consider archaeology as a product of social interaction, and discuss how ancient Egyptian materiality has been an important part of identity building in Brazil. We begin by reviewing our theoretical setting, and suggest that a postmodern approach is most helpful to our goal of understanding the social context of the public uses of archaeology. The paper then turns to the trajectory of “Egyptomania” in Brazil, from the 19th century onwards, highlighting the importance of cultural movements such as Kardecism and Masonry in this trend. We argue that the use of Egyptian subjects in Brazil has connections with social inequality, racism, and gender biases. Finally, we present a case study on positive recent trends in the presentation of ancient Egypt in school textbooks which highlights critical approaches to the use of ancient Egyptian subjects in contemporary Brazil. Dans cette étude, nous étudions l’archéologie en tant que produit de l’interaction social, et examinons dans quelle mesure la réalité de l’Égypte antique a joué un rôle déterminant pour construire l’identité au Brésil. Nous commençons avec l’examen de notre cadre théorique pour affirmer qu’une approche postmoderne est la plus appropriée pour atteindre notre objectif, qui consiste à comprendre le contexte social des utilisations publiques de l’archéologie. L’étude se penche ensuite sur l’évolution de « l’égyptomanie » au Brésil, depuis le XIXe siècle jusqu’à nos jours, en soulignant l’importance des mouvements culturels dans ce courant, comme le Kardecisme et la Franc-maçonnerie. Nous montrons que l’utilisation des thèmes égyptiens au Brésil a des liens avec l’inégalité sociale, le racisme, et les préjugés sexistes. Pour terminer, nous présentons une étude de cas sur les tendances manifestes actuelles de la présentation de l’Égypte antique dans les livres scolaires, qui souligne des approches décisives pour l’utilisation des thématiques de l’Égypte antique dans le Brésil contemporain. En este trabajo consideramos la arqueología como un producto de interacción social y sostenemos que la materialidad de los antiguos egipcios ha sido una parte importante de la construcción de identidad en Brasil. Comenzamos revisando nuestro trasfondo teórico y sugerimos que el enfoque posmoderno es el más útil para nuestro objetivo de entender el contexto social de los usos públicos de la arqueología. A continuación, el trabajo aborda la trayectoria de la “Egiptomanía” en Brasil, a partir del siglo xix, destacando la importancia de movimientos culturales como el kardecismo y la masonería en esta tendencia. Lo que sostenemos es que el uso de temas egipcios en Brasil está relacionado con la desigualdad, el racismo y los prejuicios de sexo. Para concluir, presentamos un estudio de caso sobre las recientes tendencias positivas en la presentación del antiguo Egipto en los libros de texto de las escuelas, que destacan los enfoques críticos en el uso de los temas del antiguo en el Brasil contemporáneo.
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Raquel dos Santos Funari membra do comitê científico.
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A presente obra pretende reunir uma signi cativa gama de historiadores, pesquisadores de outras áreas preocupados com os rumos e com a rele-vância do ensino da Antiguidade e do Medievo nas uni-versidades e, especialmente, no Ensino... more
A presente obra pretende reunir uma signi cativa gama de historiadores, pesquisadores de outras áreas preocupados com os rumos e com a rele-vância do ensino da Antiguidade e do Medievo nas uni-versidades e, especialmente, no Ensino Básico. Uma miríade de professores de todas as regiões do Brasil e mesmo dos EUA e da Argentina colorem as páginas desta obra que pretende ser a primeira obra com esse propósito a ampliar os debates em torno das áreas em questão, mas inserindo-os, outrossim, no universo mais amplo e frutífero do Ensino de História como campo. e até o presente momento não tivemos, em um só compêndio, uma plêiade de textos sobre o ensino de História Antiga e Medieval, essa lacuna é agora preenchida. A propos-ta central da obra perfaz seu grande mérito: reunir experiências acerca do Ensino de História Antiga e Medieval de pro ssionais de diversas regiões do Brasil (e do estrangeiro), sobretu-do quanto ao Ensino Básico. Ela ainda é uma resposta às exigências atuais que se fazem presentes no en-sino dessas disciplinas, apresentando novos objetos, métodos, abordagens, tão necessários para o ensino em um momento histórico de intensas trans-formações. Sem dúvidas, trata-se de uma grande contribuição para a his-toriogra a brasileira, uma ferramenta oportuna para pro ssionais que bus-cam novas alternativas e uma leitura instigante para os que desejam co-nhecer um pouco mais sobre a arte do ensino de História!
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ISBN 978-85-63473-44-8 (E-book)
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As veias negras do Brasil: conexões brasileiras com a África / V426 Organizadores: Claudio Umpierre Carlan, Lourdes Conde Feitosa, Pedro Paulo Abreu Funari ... [et al.]. -- Alfenas -- MG : Editora Universidade Federal de Alfenas, 2018.... more
As veias negras do Brasil: conexões brasileiras com a África /
V426 Organizadores: Claudio Umpierre Carlan, Lourdes Conde Feitosa, Pedro
Paulo Abreu Funari ... [et al.]. -- Alfenas -- MG : Editora Universidade
Federal de Alfenas, 2018.
272 f.: il. --
ISBN: 978-85-63473-34-9 (E-book)
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Título: Antiguidade clássica e a Educação atual-Unidade / Instituto: CEC-IEL / CPA-IFCH-Data: 31 de maio de 2012-Nome dos organizador(es): Profa. Dra. Patricia Prata (Diretora do CPA; IEL/Unicamp) e Prof. Dr. Flávio Ribeiro de Oliveira... more
Título: Antiguidade clássica e a Educação atual-Unidade / Instituto: CEC-IEL / CPA-IFCH-Data: 31 de maio de 2012-Nome dos organizador(es): Profa. Dra. Patricia Prata (Diretora do CPA; IEL/Unicamp) e Prof. Dr. Flávio Ribeiro de Oliveira (Coordenador CEC-IEL/Unicamp)-Resumo do evento O Fórum aqui proposto tem como objetivo discutir como se inserem hoje em dia no ensino fundamental e médio temas e assuntos relacionados à Antiguidade clássica: a produção literária greco-romana, a História e Filosofia antigas. Ainda que latim e grego não façam parte do currículo do ensino básico, muitas obras da literatura antiga continuam sendo adaptadas para crianças, e a História e Filosofia antigas estão presentes em livros didáticos. Desse modo, um debate com profissionais da área se faz necessário no sentido de se discutir o lugar que ocupam no mundo atual os estudos sobre o mundo greco-romano em seus diversos aspectos históricos e culturais (literatura, língua, história, sociedade, filosofia etc.).
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Tópicos: Geral Semelhanças e diferenças na História História para crianças-futuro cidadãos, lúdico e atrativo, aluno ativo, do conhecido para o desconhecido, do presente para o passado Específico África Mulheres Estrutura social e... more
Tópicos: Geral Semelhanças e diferenças na História História para crianças-futuro cidadãos, lúdico e atrativo, aluno ativo, do conhecido para o desconhecido, do presente para o passado Específico África Mulheres Estrutura social e religiosa Diodoro e Heródoto, camponeses Presente/passado, Pinheiros e Nilo Semelhanças e diferenças na História Paul Veyne (1970) foi feliz ao definir a História como um inventário das diferenças. Essa perspectiva resulta de diversos fatores, a começar pela noção de indeterminação, pela qual se pode propor futuros imprevisíveis. Esta é uma maneira de opor-se à noção de predestinação, como se tudo que acontecesse estivesse determinado. Se assim for, o passado foi sempre o resultado de ações inevitáveis e o futuro também o será, o que transforma os seres humanos em simples executores inconscientes, que não poderiam determinar o seu destino, os seus desejos, suas trajetórias. Se o futuro pode ser alterado por nós, o passado também deve ser entendido como resultado de inúmeros fatores, que portavam em si diversas possibilidades. Em termos bem concretos, é uma concepção que permite questionar a inevitabilidade de qualquer futuro (Foucault 1979). O capitalismo não será inevitável, nem qualquer outra forma de vida social, como o comunismo, como sugerem vertentes neoliberal e marxista (Jenkins 2001). Ainda na mesma linha, os acontecimentos passados, presentes ou futuros dependem de circunstâncias particulares, que poderiam ou poderão ser outras, tanto em termos humanos como naturais. Em seguida, as diferenças resultam também do reconhecimento da convivência de comportamentos e ideias, ou, ao menos, da existência de um desejo dessa aceitação (Rago 2002). Neste sentido, o passado serve para mostrar que a cultura é sempre arbitrária, mutante e variada, de modo que não há modelos normativos e obrigatórios de comportamento no presente ou no futuro (Munslow 1997). Isso pode ser relacionado, no âmbito historiográfico, à crescente interação entre o estudo da História e as outras disciplinas humanísticas e sociais,
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Como mulher ou estrategista política, não houve ninguém como Cleópatra. Nariguda e feia ou não
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Trabalho de conclusão de disciplina na UNESP/Assis, em 1989, sob orientação da Profa. Dra. Guadalupe Pedrero-Sánchez
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pp. ISBN: 978-620-0-79086-6. África no siempre está presente en la mente de la gente, cuando se piensa en la Antigüedad. Los académicos están, claro, más atentos a las relaciones entre las dos orillas del Mediterráneo, algo de particular... more
pp. ISBN: 978-620-0-79086-6. África no siempre está presente en la mente de la gente, cuando se piensa en la Antigüedad. Los académicos están, claro, más atentos a las relaciones entre las dos orillas del Mediterráneo, algo de particular importancia para los movi-mientos de población desde el sur hacia el rico norte, Europa. El libro reseñado se incluye en este contexto, pero también en una perspectiva desde la periferia y esto por diversos motivos. En primer lugar, porque los compiladores son in-vestigadores brasileños del mundo antiguo. En el contexto latinoamericano, con la marca de siglos de esclavitud africana, el continente aparece como parte integrante y esencial de las culturas americanas. Más allá de la presencia étnica o genética, la cultural es inseparable de la transculturación de africanos, indí-genas y europeos. En seguida, el volumen incluye contribuciones de la Penín-sula Ibérica, Portugal y España, antiguas metrópolis coloniales de Iberoamé-rica. La Península Ibérica por su parte lleva consigo, más que cualquier otra parte de Europa, las marcas de la presencia africana, no solo en al-Andalus, sino también en las regiones cristianas más al norte, cuyas culturas no dejaron de verse, como atestiguan los dos idiomas, castellano y gallego-portugués, tan marcadas por el idioma de cultura de los bereberes, el árabe. Los compiladores destacan tres características distintivas del libro, empe-zando por el destacado lugar que ocupa la Arqueología. Mientras la tradición textual es limitada y crece muy poco, además de estar restringida a la produc-ción de una élite letrada, en general masculina y formando un grupo cerrado y autosuficiente, los vestigios arqueológicos son cada día más abundantes y al-canzan a toda la población antigua. Los capítulos exploran no solo las fuentes literarias, sino también la iconografía, el instrumentum domesticum (los artefac-tos de uso cotidiano) y las inscripciones. En seguida, la preocupación con los aspectos educativos, sobre como el tema africano antiguo llega a los alumnos, estudiantes y la gente en general. Esto se inserta en los campos de creciente atención, como son la Historia Pública, la Arqueología Pública, la Educación Pa-trimonial o los Usos Políticos del Pasado. Por fin, son discutidos modelos inter-pretativos de la sociedad, al tratar de identidades, alteridades, diversidades, co-nectividades, en la crítica a los modelos que enfatizan la homogeneidad o la separación. Cualquier sociedad aparece como compleja, contradictoria, conflic-tiva, mezclada, interconectada y mestiza. Maria Regina Cândido y Alair Figueiredo Duarte muestran las complejas y recurrentes relaciones entre etíopes, griegos y egipcios a partir tanto de la li-teratura antigua, como de la iconografía. Revelan la intensa conectividad co-mercial y social entre helenos y africanos durante la Antigüedad. Cláudio Car-lan se basa en las acuñaciones monetarias de Adriano y Septimio Severo para resaltar la posición destacada de las representaciones femeninas en África. Ser-gio Feldman se centra en temas como la identidad y la alteridad en la África proconsular en la Antigüedad tardía, entre los siglos III a VII, cuando bereberes,
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Resenha do livro de Strayer, redigido em 1989.
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O projeto supervisionado por Vagner C. Porto inicia-se por discutir aspectos teóricos, em particular como o estudo do passado trata da semelhança e da diferença. Em seguida, volta-se para a educação infantil em relação com o passado e a... more
O projeto supervisionado por Vagner C. Porto inicia-se por discutir aspectos teóricos, em particular como o estudo do passado trata da semelhança e da diferença. Em seguida, volta-se para a educação infantil em relação com o passado e a história do Egito antigo. A partir dessas premissas, o projeto trata do potencial do acervo egípcio do MAE-USP para o ensino formal, no âmbito da Arqueologia. O projeto continua por discutir estratégias na sala de aula, como mapas mentais. Os objetivos incluem o potencial educacional do acervo egípcio, por meio de uma perspectiva da Arqueologia Pública, aplicada em estudos de caso em escolas específicas em diferentes lugares. A publicação de artigos científicos e palestras acadêmicas em encontros de pesquisa resultarão do projeto. A metodologia inclui estratégias educativas, históricas e arqueológicas para entender aspectos culturais, na formação das crianças. Os resultados esperados incluem produção acadêmica e aplicada, de artigos e palestras a oficinas.
Palavras-chave: arqueologia egípcia; arqueologia e educação; arqueologia pública.
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A Comissão Editorial da Revista do Museu de Arqueologia e Etnologia agradece sua inestimável contribuição como parecerista-avaliadora de artigos científicos durante o primeiro semestre de 2020, especificamente no período de 02 de janeiro... more
A Comissão Editorial da Revista do Museu de Arqueologia e Etnologia agradece sua inestimável contribuição como parecerista-avaliadora de artigos científicos durante o primeiro semestre de 2020, especificamente no período de 02 de janeiro a 30 de junho de 2020. Aproveitamos para notificá-la que o Portal Publons (antigo Web of Science, acessível nacionalmente pelo Portal Capes Periódicos) acrescentou aos seus serviços a possibilidade de cadastrar trabalhos como revisor e avaliador de periódicos acadêmicos e científicos. Caso você queira registrar essa atividade naquela plataforma, é só ativar seu cadastro e preencher as informações solicitadas. Na Plataforma Lattes, a avaliadora pode adicionar essa atuação como um vínculo, em "Atuação", "Revisor de Periódico", a partir do momento em que realizar o primeiro parecer solicitado. Além disso, cada parecer representa uma produção técnica", que pode ser incluída no currículo em "Produções", "Trabalho Técnico", com natureza de "Parecer". Sugere-se que a avaliadora não adicione informações que possam identificar o artigo analisado, mas em "Título" coloque: "Parecer de avaliação de artigo"-Revista do Museu de Arqueologia e Etnologia ". O ISSN eletrônico da Revista é 2448-1750, e o sigilo de sua avaliação garantido.
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