- Universidade Estadual de Campinas, Department of History, Department Memberadd
- Historian and history teacher, lecturer and researcher, dealing with History teaching, ancient history, cinema, heritage.edit
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Campinas, 25/02/2021, A3 Patrimônios Raquel dos Santos Funari Professora, Campinas O editorial do Correio Popular (24/02/2021) ressalta a importância de parcerias entre os setores público e privado para recuperar patrimônios de Campinas.... more
Campinas, 25/02/2021, A3 Patrimônios Raquel dos Santos Funari Professora, Campinas O editorial do Correio Popular (24/02/2021) ressalta a importância de parcerias entre os setores público e privado para recuperar patrimônios de Campinas. Para a sua gestão, a inclusão de associações, escolas, vizinhos e pessoas que frequentam os bens culturais é fundamental para que a restauração perdure e seja de uso social. Sem essa sequência, o abandono volta a se impor.
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Correio Popular, Campnas, 26/07/2019, A3 Parque Bela iniciativa de criar o Parque Ferroviário Cultural de Campinas (CP, 24/07/19, A 4). Não se esqueça de incluir os professores e as escolas no seu funcionamento, pois nossas crianças são o... more
Correio Popular, Campnas, 26/07/2019, A3
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Bela iniciativa de criar o Parque Ferroviário Cultural de Campinas (CP, 24/07/19, A 4). Não se esqueça de incluir os professores e as escolas no seu funcionamento, pois nossas crianças são o futuro e serão beneficiadas pelo conhecimento histórico e cultural. Os professores estão sempre ávidos por espaços de aprendizado e são fundamentais para que o projeto seja bem-sucedido.
Raquel Funari, professora, Campinas
Parque
Bela iniciativa de criar o Parque Ferroviário Cultural de Campinas (CP, 24/07/19, A 4). Não se esqueça de incluir os professores e as escolas no seu funcionamento, pois nossas crianças são o futuro e serão beneficiadas pelo conhecimento histórico e cultural. Os professores estão sempre ávidos por espaços de aprendizado e são fundamentais para que o projeto seja bem-sucedido.
Raquel Funari, professora, Campinas
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Entrevista com a professora Raquel dos Santos Funari 7 DE MAIO DE 2019 / DEIXE UM COMENTÁRIO Nessa semana nossa entrevistada é Raquel dos Santos Funari, professora da rede particular em São Paulo e em estágio de pós-doutoramento no PPGHIS... more
Entrevista com a professora Raquel dos Santos Funari 7 DE MAIO DE 2019 / DEIXE UM COMENTÁRIO Nessa semana nossa entrevistada é Raquel dos Santos Funari, professora da rede particular em São Paulo e em estágio de pós-doutoramento no PPGHIS (Programa de Pós-graduação em História) da UFPR. Professora Raquel dos Santos Funari. Foto: Acervo pessoal. Quando você decidiu que queria estudar o mundo antigo? Como foi esse processo? Sempre me imaginava na Idade Média, mas o meu orientador André Chevitarese levou-me ao estudo da Antiguidade no ensino de História e nos usos que se tem feito do antigo. A egiptóloga Margaret Bakos, com a qual Chevitarese estudava a Egiptomania, acabou por levar-me a esmiuçar o Egito antigo no Ensino de História e na formação da cidadania, em geral. Quais são os seus livros favoritos? (antigos ou contemporâneos sobre os antigos) Adoro os livros do Christian Jacq, mas são diversão. Heródoto com seu livro segundo sobre o Egito é um encanto. Cada vez que leio, descubro novas informações. Jean Vercoutter (Em busca do Egito Esquecido), todas as obras da Margaret Bakos.
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CHC 237-Quando crescer, vou ser... egiptólogo! A antiga civilização egípcia deixou uma cultura tão rica e cheia de mistérios que, atualmente, algumas pessoas se especializam em estudar profundamente o assunto: são os egiptólogos! E,... more
CHC 237-Quando crescer, vou ser... egiptólogo! A antiga civilização egípcia deixou uma cultura tão rica e cheia de mistérios que, atualmente, algumas pessoas se especializam em estudar profundamente o assunto: são os egiptólogos! E, acredite você, entre os egiptólogos há especialistas nos mais diversos temas. Alguns são profundos conhecedores da escrita e da língua egípcia, outros se dedicam mais às escavações, há os que estudam a influência dessa civilização na atualidade e muito mais! "Se há diversos tipos de egiptólogos, há diversas maneiras de se tornar egiptólogo", explica Raquel dos Santos Furnari, colaboradora do Departamento de História da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Segundo ela, aqui, no Brasil, ainda não existe uma faculdade específica para formar egiptólogos, como acontece em diversos países, mas há os cursos de mestrado e doutorado voltados para a área de egiptologia. "A saída é fazer história, antropologia ou arqueologia e, em seguida, fazer um mestrado ou doutorado na área de história antiga voltado para a egiptologia", comenta Júlio Gralha, colaborador do Núcleo de Estudos da Antiguidade da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj). Depois de formados, os egiptólogos costumam se dedicar a grandes pesquisas no segmento de seu interesse. Em muitos desses casos, os pesquisadores trabalham em campo, isto é, lá no Egito, seja fazendo escavações ou coletando outras informações para seus trabalhos. O interesse maior de quem pesquisa o Egito é compreender melhor esta cultura que tem origem há mais de oito mil anos, mas que mostrava-se surpreendentemente moderna, fosse nas suas construções, na conservação de corpos, no respeito às mulheres etc.etc.etc. Cada múmia, tumba ou inscrição descoberta pelos egiptólogos pode significar mais uma peça na montagem desse quebra-cabeças da cultura egípcia, que parece não ter fim! Essas descobertas também coroam o trabalho desses profissionais que, em geral, trabalham sob um sol escaldante, uma vez que o clima lá é seco e de temperaturas altíssimas. Mas, verdade seja dita, há egiptólogos que trabalham sem sair de seus países, fazendo pesquisa à distância ou dando aulas sobre a civilização egípcia, o que também é bastante
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FUNARI, R. S.. Visões modernas do Egito Antigo. In: XXVI Simpósio Nacional de História, 2011, São Paulo. Anais do XXVI Simpósio Nacional de História. São Paulo: USP, 2011
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Relatório de atividades como professora colaboradora na Unicamp, 2015/7, aprovado.
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Research Interests: Egyptology, Reception Studies, Archaeology of the Contemporary Past, Classical Reception Studies, Teaching History, and 11 moreEgyptomania, Reception of Antiquity, Historia Antiga, Ancient Egypt, Egiptologia, Estudos de Recepção, Ensino de História, Egito Antigo, Uses of the past, Egiptomania, and Usos Do Passado
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In this paper we consider archaeology as a product of social interaction, and discuss how ancient Egyptian materiality has been an important part of identity building in Brazil. We begin by reviewing our theoretical setting, and suggest... more
In this paper we consider archaeology as a product of social interaction, and discuss how ancient Egyptian materiality has been an important part of identity building in Brazil. We begin by reviewing our theoretical setting, and suggest that a postmodern approach is most helpful to our goal of understanding the social context of the public uses of archaeology. The paper then turns to the trajectory of “Egyptomania” in Brazil, from the 19th century onwards, highlighting the importance of cultural movements such as Kardecism and Masonry in this trend. We argue that the use of Egyptian subjects in Brazil has connections with social inequality, racism, and gender biases. Finally, we present a case study on positive recent trends in the presentation of ancient Egypt in school textbooks which highlights critical approaches to the use of ancient Egyptian subjects in contemporary Brazil. Dans cette étude, nous étudions l’archéologie en tant que produit de l’interaction social, et examinons dans quelle mesure la réalité de l’Égypte antique a joué un rôle déterminant pour construire l’identité au Brésil. Nous commençons avec l’examen de notre cadre théorique pour affirmer qu’une approche postmoderne est la plus appropriée pour atteindre notre objectif, qui consiste à comprendre le contexte social des utilisations publiques de l’archéologie. L’étude se penche ensuite sur l’évolution de « l’égyptomanie » au Brésil, depuis le XIXe siècle jusqu’à nos jours, en soulignant l’importance des mouvements culturels dans ce courant, comme le Kardecisme et la Franc-maçonnerie. Nous montrons que l’utilisation des thèmes égyptiens au Brésil a des liens avec l’inégalité sociale, le racisme, et les préjugés sexistes. Pour terminer, nous présentons une étude de cas sur les tendances manifestes actuelles de la présentation de l’Égypte antique dans les livres scolaires, qui souligne des approches décisives pour l’utilisation des thématiques de l’Égypte antique dans le Brésil contemporain. En este trabajo consideramos la arqueología como un producto de interacción social y sostenemos que la materialidad de los antiguos egipcios ha sido una parte importante de la construcción de identidad en Brasil. Comenzamos revisando nuestro trasfondo teórico y sugerimos que el enfoque posmoderno es el más útil para nuestro objetivo de entender el contexto social de los usos públicos de la arqueología. A continuación, el trabajo aborda la trayectoria de la “Egiptomanía” en Brasil, a partir del siglo xix, destacando la importancia de movimientos culturales como el kardecismo y la masonería en esta tendencia. Lo que sostenemos es que el uso de temas egipcios en Brasil está relacionado con la desigualdad, el racismo y los prejuicios de sexo. Para concluir, presentamos un estudio de caso sobre las recientes tendencias positivas en la presentación del antiguo Egipto en los libros de texto de las escuelas, que destacan los enfoques críticos en el uso de los temas del antiguo en el Brasil contemporáneo.
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Raquel dos Santos Funari membra do comitê científico.
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Research Interests: History, Egyptology, Egypt, Teaching History, Historia, and 3 moreEnsino de História, Egito Antigo, and Egipto
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Título: Antiguidade clássica e a Educação atual-Unidade / Instituto: CEC-IEL / CPA-IFCH-Data: 31 de maio de 2012-Nome dos organizador(es): Profa. Dra. Patricia Prata (Diretora do CPA; IEL/Unicamp) e Prof. Dr. Flávio Ribeiro de Oliveira... more
Título: Antiguidade clássica e a Educação atual-Unidade / Instituto: CEC-IEL / CPA-IFCH-Data: 31 de maio de 2012-Nome dos organizador(es): Profa. Dra. Patricia Prata (Diretora do CPA; IEL/Unicamp) e Prof. Dr. Flávio Ribeiro de Oliveira (Coordenador CEC-IEL/Unicamp)-Resumo do evento O Fórum aqui proposto tem como objetivo discutir como se inserem hoje em dia no ensino fundamental e médio temas e assuntos relacionados à Antiguidade clássica: a produção literária greco-romana, a História e Filosofia antigas. Ainda que latim e grego não façam parte do currículo do ensino básico, muitas obras da literatura antiga continuam sendo adaptadas para crianças, e a História e Filosofia antigas estão presentes em livros didáticos. Desse modo, um debate com profissionais da área se faz necessário no sentido de se discutir o lugar que ocupam no mundo atual os estudos sobre o mundo greco-romano em seus diversos aspectos históricos e culturais (literatura, língua, história, sociedade, filosofia etc.).
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Tópicos: Geral Semelhanças e diferenças na História História para crianças-futuro cidadãos, lúdico e atrativo, aluno ativo, do conhecido para o desconhecido, do presente para o passado Específico África Mulheres Estrutura social e... more
Tópicos: Geral Semelhanças e diferenças na História História para crianças-futuro cidadãos, lúdico e atrativo, aluno ativo, do conhecido para o desconhecido, do presente para o passado Específico África Mulheres Estrutura social e religiosa Diodoro e Heródoto, camponeses Presente/passado, Pinheiros e Nilo Semelhanças e diferenças na História Paul Veyne (1970) foi feliz ao definir a História como um inventário das diferenças. Essa perspectiva resulta de diversos fatores, a começar pela noção de indeterminação, pela qual se pode propor futuros imprevisíveis. Esta é uma maneira de opor-se à noção de predestinação, como se tudo que acontecesse estivesse determinado. Se assim for, o passado foi sempre o resultado de ações inevitáveis e o futuro também o será, o que transforma os seres humanos em simples executores inconscientes, que não poderiam determinar o seu destino, os seus desejos, suas trajetórias. Se o futuro pode ser alterado por nós, o passado também deve ser entendido como resultado de inúmeros fatores, que portavam em si diversas possibilidades. Em termos bem concretos, é uma concepção que permite questionar a inevitabilidade de qualquer futuro (Foucault 1979). O capitalismo não será inevitável, nem qualquer outra forma de vida social, como o comunismo, como sugerem vertentes neoliberal e marxista (Jenkins 2001). Ainda na mesma linha, os acontecimentos passados, presentes ou futuros dependem de circunstâncias particulares, que poderiam ou poderão ser outras, tanto em termos humanos como naturais. Em seguida, as diferenças resultam também do reconhecimento da convivência de comportamentos e ideias, ou, ao menos, da existência de um desejo dessa aceitação (Rago 2002). Neste sentido, o passado serve para mostrar que a cultura é sempre arbitrária, mutante e variada, de modo que não há modelos normativos e obrigatórios de comportamento no presente ou no futuro (Munslow 1997). Isso pode ser relacionado, no âmbito historiográfico, à crescente interação entre o estudo da História e as outras disciplinas humanísticas e sociais,
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Como mulher ou estrategista política, não houve ninguém como Cleópatra. Nariguda e feia ou não
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Trabalho de conclusão de disciplina na UNESP/Assis, em 1989, sob orientação da Profa. Dra. Guadalupe Pedrero-Sánchez
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Resenha do livro de Strayer, redigido em 1989.
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O projeto supervisionado por Vagner C. Porto inicia-se por discutir aspectos teóricos, em particular como o estudo do passado trata da semelhança e da diferença. Em seguida, volta-se para a educação infantil em relação com o passado e a... more
O projeto supervisionado por Vagner C. Porto inicia-se por discutir aspectos teóricos, em particular como o estudo do passado trata da semelhança e da diferença. Em seguida, volta-se para a educação infantil em relação com o passado e a história do Egito antigo. A partir dessas premissas, o projeto trata do potencial do acervo egípcio do MAE-USP para o ensino formal, no âmbito da Arqueologia. O projeto continua por discutir estratégias na sala de aula, como mapas mentais. Os objetivos incluem o potencial educacional do acervo egípcio, por meio de uma perspectiva da Arqueologia Pública, aplicada em estudos de caso em escolas específicas em diferentes lugares. A publicação de artigos científicos e palestras acadêmicas em encontros de pesquisa resultarão do projeto. A metodologia inclui estratégias educativas, históricas e arqueológicas para entender aspectos culturais, na formação das crianças. Os resultados esperados incluem produção acadêmica e aplicada, de artigos e palestras a oficinas.
Palavras-chave: arqueologia egípcia; arqueologia e educação; arqueologia pública.
Palavras-chave: arqueologia egípcia; arqueologia e educação; arqueologia pública.
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A Comissão Editorial da Revista do Museu de Arqueologia e Etnologia agradece sua inestimável contribuição como parecerista-avaliadora de artigos científicos durante o primeiro semestre de 2020, especificamente no período de 02 de janeiro... more
A Comissão Editorial da Revista do Museu de Arqueologia e Etnologia agradece sua inestimável contribuição como parecerista-avaliadora de artigos científicos durante o primeiro semestre de 2020, especificamente no período de 02 de janeiro a 30 de junho de 2020. Aproveitamos para notificá-la que o Portal Publons (antigo Web of Science, acessível nacionalmente pelo Portal Capes Periódicos) acrescentou aos seus serviços a possibilidade de cadastrar trabalhos como revisor e avaliador de periódicos acadêmicos e científicos. Caso você queira registrar essa atividade naquela plataforma, é só ativar seu cadastro e preencher as informações solicitadas. Na Plataforma Lattes, a avaliadora pode adicionar essa atuação como um vínculo, em "Atuação", "Revisor de Periódico", a partir do momento em que realizar o primeiro parecer solicitado. Além disso, cada parecer representa uma produção técnica", que pode ser incluída no currículo em "Produções", "Trabalho Técnico", com natureza de "Parecer". Sugere-se que a avaliadora não adicione informações que possam identificar o artigo analisado, mas em "Título" coloque: "Parecer de avaliação de artigo"-Revista do Museu de Arqueologia e Etnologia ". O ISSN eletrônico da Revista é 2448-1750, e o sigilo de sua avaliação garantido.
